05 maio 2010

Os Dinossauros

Integrado no projecto do 6º C o Ambiente e Eu, a Rute e a Mariana produziram este interessante PowerPoint sobre os Dinossauros.


29 abril 2010

Dia Electrão

No dia 27 chegou o contentor metálico à nossa escola para procedermos à recolha de electrodomésticos em fim de vida!
No dia 28 ( pena só ter ficado um dia!!) a INTERECYCLING de TONDELA veio fazer o transporte dos resíduos para a Unidade de Tratamento.
Mas podemos recolher mais resíduos até ao dia 6 de Maio!!!


27 abril 2010

Colocação de ninhos nas árvores da nossa escola


A turma do 5º D fez um trabalho magnífico!!

Para além de estarem a ajudar a preservar o ambiente, reutilizando materiais dados pela natureza ( cocos, cabaças...), contribuiu para a preservaçãpo da biodiversidade no recreio da nossa escola
Vejam como resultaram bonitos os ninhos para acolher os pássaros na nossa escola!!


Vejam aqui as imagens da colocação dos ninhos nas árvores !



DOSSIER : "O AMBIENTE E EU" - 6º C

Nós, alunos do 6ºC, encontramo-nos a desenvolver um trabalho de pesquisa subordinado ao tema “O AMBIENTE E EU”. Para a concretização das pesquisas, dividimo-nos em pequenos grupos (alguns de nós também realizaram pequenos trabalhos individuais) e investigámos assuntos diversos:

• O que são as ONGA?
• Associações ambientais, nomeadamente a “Quercus”, a “Geenpeace”, a LPN…
• Quem são “Os Verdes”?
• O aquecimento global
• O aumento dos desertos / a problemática da desflorestação
• A extinção de algumas espécies animais
• (…)
Deixamos-vos aqui alguns dos trabalhos já realizados. Assim que ultimarmos outros, vamos acrescentando a este painel.
Agradecemos ao Clube da Saúde e do Ambiente a proposta que nos fez de trabalhar connosco. Tem sido uma grande preocupação deste Clube sensibilizar toda a comunidade educativa para as questões ambientais, que tão importantes são para o futuro da Humanidade…
Aqui fica, então, o nosso pequeno contributo.


Os alunos do 6ºC

"ONGAS"



REGULAMENTO SOBRE A REPRESENTAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE DEFESA / ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS DE AMBIENTE (ADA/ONGA) EM ORGANISMOS PÚBLICOS

O registo Nacional das Organizações Não Governamentais de Ambiente e Equiparadas Portuguesas é mantido pela Agência Portuguesa do Ambiente e publicado anualmente em Diário da República.
A actual lei que regula as ONGA data de 1998 e substitui a legislação de 1987.

No nosso país, o associativismo é uma realidade importante, representando um instrumento fundamental de participação das populações e de intervenção na sociedade.
Com a Lei das ONGA, publicada em 1998, a introdução do conceito de organização não-governamental de ambiente (ONGA), no nosso ordenamento jurídico, vem substituir o anterior conceito de associação de defesa do ambiente, dando resposta à evolução verificada no direito internacional e conferindo uma renovada eficácia à acção das associações.
As organizações não-governamentais de ambiente desempenham um papel fundamental e relevante no domínio da promoção, protecção e valorização do ambiente, desenvolvendo uma acção pública.

Miguel Duarte, nº 21, 6ºC

"OS DESERTOS"


Aumento e crescimento dos desertos

Como se espalham os desertos?



Na orla de um deserto, as pessoas desbravam a terra. As florestas são abatidas ou queimadas.
Com o tempo, o solo torna-se menos fértil. À medida que a terra vai ficando sem vegetação, deixa de haver plantas para segurarem o solo e reterem a água. A terra torna-se mais seca.
Por conseguinte, as pessoas vão-se embora. Com o solo pobre e pouca água, as plantas não conseguem voltar a crescer. A terra torna-se parte do deserto.


Como podem os animais viver num deserto tão quente?


Quando o sol está a brilhar, o lugar mais quente é a superfície do solo. Debaixo do solo, o ambiente é bastante mais fresco; é aí que muitos animais do deserto se escondem para fugirem do calor escaldante do dia.


Os desertos têm água?


Apesar de os desertos serem os lugares mais secos da terra, em muitos deles cai alguma chuva ou neve. Alguns desertos têm pequenas lagoas chamadas oásis.



Como se forma um oásis?



Até no deserto, a água concentra-se em camadas de rocha muito abaixo do solo. Por vezes, uma fenda na rocha permite que a água chegue à superfície. Quando isso acontece, forma-se uma lagoa no deserto e transforma-se num oásis.



Celeste Almeida, nº5
Joana Lopes, nº 12

" IMAGENS DA DESFLORESTAÇÃO"

A desflorestação é o abate de árvores para utilizar a área que elas ocupam para outros fins. A desflorestação deve ser distinguida da degradação florestal. Estes dois factores têm resultados devastadores.


"CURIOSIDADES SOBRE ALGUNS ANIMAIS"


O pica-pau pode dar cem bicadas numa árvore, por minuto.


O órgão sexual da aranha macho situa-se no final de uma das suas patinhas.

O bicho - da - seda possui um olfacto tão aguçado que pode sentir a presença da fêmea a 11 quilómetros de distância.

O caracol faz um único acasalamento durante a sua vida inteira. Bem… quando ele acontece, dura… 12 horas!!!



Uma formiga pode levantar qualquer coisa que tenha cinquenta vezes o seu peso.


Uma abelha carrega um peso equivalente a trezentas vezes o seu.


Ricardo Costa, nº 23

"ANIMAIS EM EXTINÇÃO"

Um golfinho-roaz nasceu recentemente no estuário do Sado, o que acontece pela primeira vez em três anos naquela comunidade de cerca de 30 animais.
Em Setúbal, chamam-lhes "roazes", porque tinham o hábito de rasgar as redes dos pescadores em busca de alimento, e "corvineiros", por se alimentarem de corvinas, quando estas eram abundantes na região.
Os roazes alimentam-se de vários tipos de peixes, moluscos e crustáceos. Eles passam grande parte do seu tempo à procura de alimento, e utilizam várias técnicas de caça: alguns caçam sozinhos, outros em pequenos grupos.
No estuário do Sado, os roazes têm uma especial predilecção por chocos e tainhas, alimentando-se também de lulas, linguados, caranguejos, camarões, entre outros.
O roaz ingere diariamente cerca de 20kg de alimento.
A gravidez das fêmeas dura entre 11 a 12 meses e dão à luz apenas uma cria com cerca de 80 centímetros.
No processo de parto, primeiro sai a cauda do golfinho bebé e só depois a cabeça. Assim que nasce, a cria é levada à superfície para aprender a respirar.
As crias são amamentadas até aos 18 meses e são-lhes ensinadas, desde logo, algumas técnicas de caça.
O golfinho-roaz é cinzento-escuro no dorso, diminuindo de intensidade perto da barriga, que é branca ou rosa muito claro.
O seu corpo é muito robusto, bem como a sua cabeça. O seu bico tem uma força espantosa, capaz de provocar ferimentos muito graves num adversário.
Eles são muito activos e frequentemente acompanham os barcos à proa.







A arara azul habita nas florestas brasileiras. Elas alimentam-se de: sementes, frutas e insectos.
As araras azuis encontram-se em vias de extinção, porque são muito belas; por isso, vendem-nas, visto renderem muito dinheiro. Além disso, também as matam (caçam), pura e simplesmente.





Esta rainha das montanhas, que chega a ter quase um metro de comprimento, pode ser vista nas terras altas a planar em círculos, a grande altura. Vista de baixo, é toda escura (castanha). Quando escolhe a sua presa (roedores, crias de coelhos e lebres, outras aves de menor porte), fecha as asas e lança-se em voo picado, sendo quase certo o sucesso.
Este belo e majestoso animal pousa e levanta voo tanto na vegetação como no solo.








Mariana Galante nº18
Jessica Aguiar, nº10
Carina Figueiredo, nº4

"OS VERDES"


O partido político "Os Verdes" nasceu em 1982, da vontade de um grupo de cidadãos de promover uma intervenção ecologista mais activa na sociedade portuguesa.
Empenhados em alertar a opinião pública para os desafios ecológicos que então se colocavam a nível planetário, para os problemas de ambiente que também já se começavam a fazer sentir em Portugal e cientes ainda da urgência de encontrar respostas adequadas para os mesmos, "Os Verdes" fixaram como objectivo transportar estas preocupações para o mais alto nível institucional.
Para cumprir estes objectivos, denunciaram problemas, exigiram a sua resolução junto do poder e reflectiram em novas soluções para o futuro; delinearam estratégias políticas para garantir a representação de uma voz ecologista na Assembleia da República e no poder local.
Neste sentido, "Os Verdes" têm participado em várias coligações eleitorais com outros partidos e têm feito propostas concretas para a resolução dos problemas e para que se abram caminhos a um desenvolvimento sustentável e harmonioso que garanta o futuro.



A Ecolojovem - "Os Verdes" foi criada em 25 de Fevereiro de 1989, pela própria necessidade que se fez sentir da criação de uma organização juvenil: a existência de um espaço específico de jovens, que fizesse a discussão à sua maneira, de um espaço que abordasse constantemente as questões de juventude, um espaço que proporcionasse um maior convívio e conhecimento entre os membros das diversas regiões, aliando à forma de intervir de "Os Verdes" o modo próprio de estar e de ser dos jovens. Por outro lado, pela possibilidade de participação nos diversos organismos e realizações de juventude.
Tudo isto é fruto da vontade activa, da participação constante de muitos jovens portugueses que querem colaborar, que querem dialogar e agir. Por estes e outros motivos:

A Ecolojovem - "Os Verdes" recusa a tristeza da passividade, do conformismo, a mediocridade da submissão. Reflectimos, sentimos! Por isso indignamo-nos com o que nos rodeia e empenhamo-nos por qualidade, justiça e paz.
Acreditamos na transformação, obra da capacidade participativa e de intervenção dos jovens, da sua capacidade de diálogo, da sua inteligência e da sua criatividade.
Acreditamos numa sociedade ecológica e justa e cremos que a sua construção passa pela forte participação dos jovens, pela sua irreverência e dinâmica, não menosprezando a experiência dos outros... todos!
Por tudo isto, e porque acreditamos que o trabalho em conjunto é sempre mais profícuo e participado:
- somos membros do Conselho Nacional de Juventude;
- somos membros do Conselho Consultivo de Juventude;
-fomos membros fundadores da Federação de Jovens Ecologistas Europeu.

Bernardo, Daniel, João